Letty @ Estúdio Aurora // 2020. Foto por Isabelle Andrade.

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//letty ao vivo no estúdio aurora, em março de 2020 // foto de isabelle andrade.

cantora, compositora, guitarrista, girlfront latina e entusiasta do “faça-você-mesma”, letty estreia no inverno do interior paulista de 1996.

bicha da mata e cria de seus desassossegos, desloca-se para a capital de são paulo em 2015 com seu ep primogênito: “anywhere but here”. fez-ela-mesma, tudo, das composições à arte da capa, trabalho que logo se frutifica com a participação da artista na segunda edição do distúrbio feminino fest.

 

em 2016, ano em que letty se apresenta na virada feminista de são paulo, a artista traz seu segundo ep pra essa dimensão, também no diy. lo-fi sincerão, o verbo de “songs i should never have written está mais espontâneo, cru, menstruado. o expurgante single “golpista” - produzido por guilherme xibrusk e gravado no lab de sá - é lançado no mesmo ano como manifesto e grito de resistência aos nossos demônios [e] políticos.

 

em 2017 ela forma o trio letty and the goos mas logo retorna à carreira solo, desta vez inebriada pelo fuzz, reverb, cores e pitadas de desilusão, elementos que concebem seu terceiro ep: “the rolling stones were always wrong”, trabalho pela primeira vez lapidado por mais de um par de mãos que não as suas, e lançado no final da primavera com o apoio do selo howlin’ records. também aos cuidados do produtor guilherme xibrusk, o erro dos rolling stones é tocado e festejado por oito mãos, em cinco composições que letty inaugura com o termo garagrunge: denso, ágil, agressivo, e ainda assim com a valentia de preservar a ternura onde esta ainda se cabe, o novo rebento da artista e seus comparsas é um alento às nossas gargantas brasileiras e embaraçadas.

 

sem dissolver suas singularidades e gostos sonoros ou entusiasmo pelo faça-você-mesma, na nova década letty nos presenteia com performances impetuosas, emancipatórias e divertidas, festins pela autonomia popular, “revolution, girls style” e sangue menstrual, munição e frutos amadurecidos em sua caminhada enquanto mulher brasileira que desbrava arte independente de nosso século.

                                                                                                                                                           – layla loli, poeta, atriz e dramaturga

//2019

 

//O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE MIM

nada. mas se você, assim como eu, for uma pessoa curiosa e que gosta de listas, aproveite 10 coisas que você acha que precisa saber sobre mim:

  1. eu detesto pudim;

  2. nasci pra tocar bateria (mas não consegui até hoje);

  3. sou vegetariana;

  4. comecei a tocar violão com 11 anos;

  5. com 12, participei de um festival de música da escola e ganhei o terceiro lugar (era como se eu tivesse ganhando o grammy)

  6.  nunca assisti e.t;

  7. já fui metaleira na adolescência e tive uma banda que tocava judas priest e iron maiden;

  8. também tive minha fase glam metal (que ainda não passou completamente) e isso faz de mim uma grande conhecedora de bandas-farofa;

  9. já enfrentei uma barata em pleno palco. e perdi, é claro. a luta contra as baratas é sempre uma luta que se perde;

  10. não, meu nome não é arlete. é letícia.

//OS COMPARSAS

muita gente maravilhosa já dividiu a experiência musical e o palco comigo ao longo desses 6 anos no universo do rock independente. deixo meu agradecimento a todo mundo. e em especial aos meus atuais parceiros de crime & amor:

//fotos de isabelle andrade.

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//bob néri

//grooveiro, sorridente e bem-vestido, ele segura um show inteiro sozinho enquanto todo mundo enfrenta problemas com cabo, amplificador e microfone.

//toca com o naissius, a floreosso e faz versões lindas de morrer no ukulele.

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//érico alencastro

//maior baixista do brasil (1,90m), ele é aquele cara/guri versátil que tira som bonito até num memphis de 5 cordas. e o mais importante: toca garagrunge de palheta.

//toca com a rocartê. já tocou com o grande grupo viajante. tem talentos extraordinários para a fotografia e o vídeo.

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//guilherme xibrusk

//não bastasse ser um super baterista (lá em 2016, gui era o baterista da banda) e produtor, ele digievoluiu pra um guitarrista com um pedalboard imenso e uma curiosidade aguçadíssima pra timbres diferentões.

//toca com a floreosso e inventa mais um monte de coisa.